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Oral, anal, masturbação e orgasmo

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Ejaculação feminina, existe?

Pois é: a ejaculação feminina existe. Quem acha que ejacular é exclusividade dos rapazes enganou-se. Mas o que se sabe sobre a ejaculação feminina? Pouca coisa. Mas também, imagina só a dificuldade de se fazer pesquisa nesse campo. Como se faz, por exemplo, pra arrumar amostras do líquido secretado? Por essa razão, muitas lendas foram criadas ao redor do assunto. O cinema e a literatura pornô fortaleceram a ideia de que o orgasmo feminino vem sempre acompanhado pela ejaculação, o que não é verdade. Por outro lado, a falta de estudos científicos faz muita gente duvidar que mulheres que ejaculam são reais!

Hoje já sabemos que o líquido secretado não é urina, ao contrário do que se pensou durante muito tempo. Sobre a quantidade, os filmes pornôs ajudaram a criar a falsa imagem de super mulheres lançando jatos de prazer durante o orgasmo. Na realidade, dificilmente uma mulher ejaculará mais do que meia xícara de café. Sobre a origem do líquido, acredita-se que seja produzido pela glândula de Skene. Em termos embrionários, as mesmas células que nas mulheres originam essa glândula, nos rapazes darão origem à próstata. Essa teoria também é reforçada pela constatação de que o líquido secretado pelas mulheres tem composição química semelhante à do sêmem – sem os espermatozoides, claro.

Resumindo: a ejaculação feminina existe, mas não é obrigatória. Não significa que a qualidade do orgasmo foi maior, mas indica que houve orgasmo. Quem já presenciou ou teve essa experiência podem ficar felizes ao constatar aquela “pocinha” nos lençóis (junto com a sensação de prazer, é claro)! Mas nem sempre é isso que acontece, o que pode gerar comentários desconfortáveis para a garota, do tipo “você fez xixi em mim!”, quando a pessoa desconhece a possibilidade da ejaculação feminina. Por isso escrevemos esse post, para desmitificar e informar (evitando) que o orgasmo cause embaraço ou vergonha.

Se vocês transaram e a garota ejaculou, comemorem! Pelo jeito vocês estão no caminho certo pra se conhecerem e fazer o sexo ficar cada vez mais gostoso! Mas não fiquem encanados se não aconteceu todas as vezes, o orgasmo feminino pode acontecer sem a ejaculação, além de que a mulher pode ter muito prazer numa transa sem chegar ao orgasmo. O importante é curtir e ter prazer, não é verdade?!

Escrito por: Letícia Diniz

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Acertando a hora a gente pode acertar o prazer!

A queixa das mulheres em relação ao orgasmo é muito frequente. E o mais interessante: tanto as mulheres mais maduras quanto as garotas fazem perguntas muito parecidas, como: adoro meu namorado, mas não consigo ter orgasmo.  O que devo fazer?

A resposta é incentivar a mulher a conhecer o corpo e as suas sensações eróticas e conversar com o seu namorado sobre o que descobriu e aprendeu. No entanto, as questões sexuais não se resolvem assim tão simplesmente. Para isto é necessário que a mulher compreenda suas reações para que possa desenvolver atitudes que se transformem em benefício sexual.

Razões socioculturais

Durante séculos, a mulher foi privada do direito ao prazer. A “garota de família”- aquela que era cobiçada como esposa, não devia nem pensar em sexo, quanto mais perceber e desenvolver suas sensações eróticas. Para se ter uma ideia do que estou falando, a falta de desejo sexual não era um problema! Era uma solução, chegou a ser considerado sinônimo de feminilidade. Com toda esta educação atrelada a valores morais rígidos, a sociedade e a religião inibiam a função sexual feminina. Algo natural e essencial para a vida.

Portanto, só a partir das mudanças de comportamento nos anos 70, é que conquistamos o direito de ter prazer. Mas só o direito não basta: é preciso conhecer o próprio corpo para usufruir do sexo.

O corpo erótico e algumas dicas

Numa relação prazerosa há três fases distintas. A primeira delas é o desejo, motivação indispensável para que o corpo se predisponha a relação sexual. Para isso, não existe nada mais importante do que descobrir como gosta de ser abordada e que atitudes do garoto acendem sua vontade de ir para a cama. Sem esse clima, ninguém consegue entrar na segunda etapa –  o estado de excitação. Ele exige uma sintonia grande com o parceiro, que precisa saber que carícias lhe agradam, em que partes você é mais sensível. Os toques dele vão funcionar como estímulos, fazendo com que o corpo passe por uma série de transformações: os genitais recebem um fluxo sanguíneo maior, os bicos dos seios enrijecem, os grandes lábios ficam entreabertos e os pequenos aumentam de tamanho e se projetam. Enquanto isso, o clitóris – espécie de botão pouco acima dos pequenos lábios – se torna mais suscetível ao toque. Quando acariciada nesta região, a garota pode sentir uma enorme satisfação. Nesse período, a vagina produz uma secreção que a lubrifica, facilitando a entrada do pênis. Agora, atenção: a dica para se chegar ao orgasmo –  a terceira etapa –  é a garota atingir a máxima excitação antes da penetração. Ou seja: se o seu  namorado está se preparando para penetrá-la e você ainda não atingiu o estágio ideal, deixe isso claro e experimente só permitir a penetração após a sua sinalização de que chegou o momento. Acertando a hora, os dois poderão ter mais chances de se divertir e obter o orgasmo.

Escrito por: Maria Helena Vilela

Tags: prazer,orgasmo

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Orgasmo Feminino Sem Complicações

Uma troca de olhares, um elogio, um gesto, um beijo e pronto: o coração dispara, a face enrubesce, as pernas tremem, as palavras faltam! O desejo é a primeira das quatro fases de uma relação sexual, que culmina com o orgasmo, o prazer físico mais intenso que um ser humano pode experimentar. O termo se origina do grego orgasmos, que significa ferver de ardor.

Durante muitos séculos, as mulheres foram privadas desta sensação, porque a sexualidade só era permitida para fins de procriação. Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, o sexo feminino provocou muitas mudanças na sociedade, incluindo a conquista do direito ao prazer. Mas, para exercê-lo, é preciso conhecer melhor o próprio organismo.

Sob efeito do desejo

Quando o desejo desperta, o sangue invade o rosto e se espalha intensamente pelo corpo. Os genitais recebem um maior fluxo sanguíneo e respondem com a excitação. Os bicos dos seios enrijecem. A vulva, órgão genital externo da mulher, começa a sofrer modificações que irão prepará-la para a relação sexual. Os dois pares de lábios, que protegem a vagina, alteram suas características. Os grandes lábios, situados bem à vista, afinam-se e ficam entreabertos. Os pequenos lábios, localizados mais internamente, aumentam de tamanho e se projetam para fora, assumindo uma cor mais avermelhada.

O clitóris, espécie de botão existente pouco acima do local onde os pequenos lábios se unem, fica mais sensível ao toque. Apesar do tamanho pequeno, ele é capaz de provocar um grande prazer ao ser estimulado. O clitóris equivale ao pênis em termos de sensação sexual para a mulher. Durante a fase de excitação, a vagina começa a produzir uma secreção que irá lubrificá-la, com o objetivo de facilitar a penetração do pênis. Seu comprimento normal varia de 7 a 10 cm, mas durante o ato sexual a vagina pode se distender, adaptando-se aos mais diferentes tamanhos de pênis. Para encontrar a sua entrada, basta olhar a vulva a partir do ponto em que os pequenos lábios se unem. Logo abaixo está o canal da uretra, por onde a mulher urina, e descendo um pouco mais surge um outro orifício. Esta é a entrada da vagina, um canal formado por músculos, que liga as partes interna e externa do aparelho genital feminino. Nas mulheres que nunca tiveram uma relação sexual, existe ali uma membrana, o hímen, a qual não foi atribuída, até o momento, nenhuma função fisiológica.

Tempos diferentes

Para a mulher atingir a excitação máxima, e consequentemente, o orgasmo, é importante que o período de carícias se prolongue. O homem alcança esse estado em poucos minutos; precisa apenas de 20 a 30 cm3 de sangue para encher seus órgãos genitais e manter uma boa ereção. Já a mulher necessita de, pelo menos, o triplo de irrigação sanguínea, para garantir uma excitação constante e uma lubrificação adequada. O tempo de carícias que antecede a penetração, as famosas preliminares, pode variar de mulher para mulher. Na maioria das vezes, não deve ser inferior a quinze ou vinte minutos.

Durante essa fase, precisa haver uma sintonia entre as carícias que ela está recebendo e aquelas que gostaria de receber para prosseguir a excitação. A intimidade com o parceiro e a confiança nele são imprescindíveis para alcançar esta sintonia e permitir que a relação sexual alcance o orgasmo.

Muitas das queixas femininas de desprazer durante a penetração estão ligadas ao desconhecimento da importância das preliminares, seja por parte do homem ou da própria mulher. A boa lubrificação é fundamental para o conforto na relação e para se chegar ao orgasmo.

Não dá para explicar como é a sensação de prazer. Seria o mesmo que tentar dizer a alguém que nunca comeu uma cajamanga o gosto que tem a fruta. Difícil, não é? Na realidade, cada pessoa tem um jeito próprio de sentir as coisas. Só é possível descrever as reações corporais associadas ao orgasmo.

Uma poderosa descarga de energia

O alto grau de excitação provoca contrações rítmicas que se iniciam ao redor da entrada da vagina e se expandem por toda a região pélvica. Dessas contrações advém uma sensação rápida, porém intensa, de prazer, relacionada à liberação de certas substâncias químicas no cérebro, as endorfinas, que aliviam a dor, além de proporcionar bem-estar.

Ao contrário do homem, a maioria das mulheres não possui um sinal visível de ter atingido o orgasmo. Manifesta apenas reações como aumento da transpiração, batimentos cardíacos acelerados, respiração mais rápida, gemidos e contrações musculares, seguidas de relaxamento. Na última fase da relação sexual, a chamada resolução, o organismo retorna ao estado anterior à excitação.

O fato de uma mulher ter orgasmo não aumenta nem diminui as chances de uma gravidez. Se ela tiver uma relação sexual durante o seu período fértil e não tomar nenhuma medida contraceptiva, pode engravidar, ainda que não sinta qualquer prazer.

O orgasmo não é obrigação nas relações sexuais, mas o resultado de uma experiência de profunda intimidade e entrega. Caso não aconteça, o casal precisa conversar sobre a transa, deixar a vergonha de lado, falar sobre suas expectativas e preferências. É muito difícil adivinhar o que mais agrada ao outro.

A mulher que finge orgasmo só prejudica a si mesma. Por achar que tudo está bem, o parceiro não altera a sua prática sexual. Tudo continua como está. E o casal perde a chance de procurar e aprender, em conjunto, a sintonia que permita a ela desfrutar também da energia revigorante que vem do prazer.

Escrito por: Maria Helena Vilela

Tags: orgasmo,prazer

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Ejaculação: uma viagem pelo mapa da mina

As mudanças pelas quais os garotos passam na puberdade não têm dia e nem hora marcada para começar. No entanto, por volta dos 13, 14 anos, costuma acontecer o primeiro sinal evidente de que o menino se transformou em homem. É a primeira ejaculação! Ela representa, para os meninos, o mesmo que a primeira menstruação representa para as meninas. Ambos significam que os adolescentes se tornam pessoas capazes de ter um filho!

O órgão sexual masculino é formado externamente pelo pênis e pelos testículos. O pênis possui três partes: a glande, o corpo e a base. A glande, também chamada de cabeça do pênis, é a parte mais sensível, por causa das inúmeras terminações nervosas que ela possui. O corpo é a parte que cresce no momento da ereção, aumentando o tamanho do pênis. Na parte interna do pênis, existem três cilindros feitos de um tipo de tecido que parece um "monte de cavernas". Estes cilindros, chamados corpos cavernosos, são irrigados por uma rede de vasos sanguíneos. Durante a excitação, o sangue enche estas cavernas e provoca um inchaço no tecido esponjoso do corpo e glande, deixando o pênis ereto (grande e duro).

Abaixo do pênis fica o saco escrotal. Dentro dele estão os testículos, que são duas bolas achatadas e que, no homem adulto, medem em torno de 3,5 cm cada um. Os testículos têm as funções de produzir a testosterona (hormônio masculino) e fabricar os espermatozoides.

Ao contrário das meninas que já nascem com todos os óvulos que vão eliminar durante a sua vida, os garotos produzem os espermatozoides à medida em que estes vão sendo eliminados. Depois de fabricados, os espermatozoides são armazenados nos epidídimos e são transportados para o interior do corpo através dos canais deferentes. Quando há o estímulo sexual, os músculos se contraem e empurram o esperma através da uretra, onde ele se mistura com fluidos vindos das vesículas seminais e da próstata, formando o sêmen. A ejaculação só ocorre quando o pênis está ereto.

A ejaculação é, portanto, a saída do sêmen em forma de pequenos jatos, que podem ser mais ou menos fortes, de acordo com o tempo da última ejaculação (quanto maior o espaço de tempo, mais forte é o jato), do grau de excitação e da constituição física de cada pessoa. A quantidade de sêmen que sai em cada ejaculação é, em média, de uma a duas colheres de chá, mas também depende do espaço de tempo entre uma ejaculação e outra.

A intensidade dos jatos não tem nenhuma influência na possibilidade de um garoto ser capaz de engravidar uma garota. Portanto, todos os meninos devem usar o preservativo em suas relações, se não desejam ter um filho no momento.

Quando um garoto fica sem ejacular por muito tempo, isto não faz mal à saúde dele. Como os testículos não param de produzir sêmen, de vez em quando este é eliminado espontaneamente, durante o sono. É a polução noturna, que também pode acontecer, quando o homem tem um sonho erótico.

O tamanho e a forma do pênis ereto variam muito de um homem para outro. O pênis pode ficar inclinado para a direita, ou para a esquerda; pode posicionar-se mais para cima ou para baixo, erguer-se mais ou menos. Um pênis menor geralmente se enche mais de sangue durante a ereção do que um pênis maior, por isso, quando estão eretos, a maioria dos pênis tem a tendência a se igualarem no tamanho: 16 cm, em média. Um esclarecimento importante: nem o tamanho, nem a forma do pênis são os responsáveis pelo fato de uma transa ser considerada boa.

Durante a ereção, é praticamente impossível o homem urinar. Entre a bexiga, a próstata e a uretra há uma espécie de válvula que, durante a excitação, se fecha para o lado da bexiga e se abre para o lado da próstata, permitindo a passagem do sêmen.

Embora ejaculação e orgasmo não sejam a mesma coisa, quando um homem ejacula, geralmente acaba sentindo uma sensação intensa e agradável, que o faz atingir ao orgasmo. É difícil explicar exatamente como é esta sensação. Algumas pessoas a comparam com um espirro, porque ambas envolvem uma intensa contração muscular, embora ter um orgasmo seja mais gostoso do que espirrar! Uma outra explicação talvez seja a sensação de ondas de prazer que começam nos órgãos genitais e se irradiam, às vezes, atingindo todo o corpo.

É fundamental lembrar que o corpo tem um dono, um homem que imprime nele características pessoais. Portanto, a forma como cada um vai usar e usufruir do prazer de seu corpo depende de valores, crenças, fantasias, conhecimentos, experiências e principalmente respeito por ele. Cuide do seu corpo, ele depende de você!!!

Escrito por: Maria Helena Vilela

Tags: ejaculação,sêmen,orgasmo

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